Todo mundo na vida tem amigos. Todo mundo sabe faze-lo e mante-lo, sim a sua propria maneira, mas sabem.
Eu sou um desses (assim como toda a humanidade =D).
Sou do tipo anti social, que ja sofri e ja perdi amigos por besteiras.
Sim! Amizades de verdade são destruidas por besteiras. E não me digam que não, porque já vi (e senti) acontecer comigo por mais de uma vez...

Sou do tipo que tenho medo de me envolver, que acredito que a amizade é mais importante que um amor. Que depois de 30 anos de  casado, o amor. Ah aquele amor, NÃO EXISTE MAIS. Existe companheirismo, carinho, dedicação e costume. O amor assim como a paixão foi embora. Se o respeito não existir o ultimo dos elos a AMIZADE acaba também.
Amigos toleram erros, toleram ser xingados e ate trapaceados. Mas não toleram se sentir ameaçados, não ser a primeira opção e pedir uma bala e ouvir um não.

Sou do tipo que no amor ajo com toda a razão, com a cabeça. Mas na amizade ajo com o coração, com o sentimentalismo. Sou aquele que chora pelos amigos, aquele que prefere saber das coisas pela fonte direta e não por seus afluentes.
Sou do tipo que tenho poucos amigos, que tenho medo de novos amigos. Mas defitivamente não sou possessivo.

Um dia fiz um teste, desses te internet, há muito tempo atras. O titulo era: Que tipo de amigo você é?
Não que eu acredite nessas coisas. Mas o resultado foi: Chandler. Não entendi nada! E nem me preocupei na época.

Sabe qual é a maior frustração da minha vida?
Depois de duas amizades acabadas de formas drasticas. (sim ate os meus 15 anos só tive 2 amigos de verdade. Eramos em grupo, mas amizade de verdade so com eles ps.: Eu era o garoto popular da escola...) eu me fechei, somente aos 15anos, na escola encontrei 5 criaturinhas que foram a melhor coisa da minha vida. Pra falar a verdade desses 5 eu ja conhecia 3. Ja estudamos juntos antes e eu era odiado por eles. (ah não, uma delas ere melhor amiga da minah melhor amiga! andavamos juntos mas nada demais...)
Eramos sempre comparados com F.R.I.E.N.D.S eramos 6, amizade de verdade. sabiamos tudo um do outro... e eu era o Chandler.
De novo esse cara... pesquisei sobre,mas nada muito profundo.

Depois de um ano de pura felicidade, tive que fazer uma escolha.
Pecisava mudar de cidade pra correr atras do meu sonho: estudar edificações.
Abri mão das maravilhas da minha vida, de momentos inesqueciveis, de idas a praia sexta feira apos a escola...

Há 6 meses comecei a ver sitcons em ingles para melhorar minha habilidade na segunda lingua. Optei por F.R.I.E.N.D.S.
Hoje sou apaixonado por eles. e sim eu sou o Chandler! Não poderia ser outro.
Esse tal de Chandler tem um melhor amigo que divide o apartamento com ele. Seu nome é Joey.
E hoje eu tenho meu Joey! Tenho um amigo de verdade.
E para todos que assitem essa serie e nos conhecem falar: Voces são o Joey e o Chandler!

Definitivamente eu sou o CHANDLER!

 
 

Depois de escrever "A Vendinha" decidi mostrar um pouco pra voces qual era realmente minha intenção. O que é narrar o cotidiano e como faze-lo, algo bem direfernte do que eu fiz! desculpem me (please!)
Mas agora to ferrado já que voces já vão poder me comparar a alguma coisa. Essa é uma musica, Chamasse "Gerânio" e foi composta por Nando Reis, Marisa Monte e Jennifer Gomes. É a faixa oito do CD "infinito particular", que tem sua capa mostrada logo ali no canto esquerdo. (é esquerdo neh? =D)


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Ela que descobriu o mundo
E sabe vê-lo do ângulo mais bonito
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes
Sente e vive intensamente

Aprende e continua aprendiz
Ensina muito e reboca os maiores amigos
Faz dança, cozinha, se balança na rede
E adormece em frente à bela vista

Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda

Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana
Fala inglês e canta em inglês
Escreve diários, pinta lâmpadas, troca pneus
E lava os cabelos com shampoos diferentes

Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa
E corre quando quer
Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano
E brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga

Tem computador e rede, rede para dois
Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão
Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs
Vai ao teatro, mas prefere cinema

Sabe espantar o tédio
Cortar cabelo e nadar no mar
Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda
Estou com saudades e penso tanto em você

Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda

 
 

Dia quente, muito quente. Ela entra na lojinha da esquina e observa a plateleira suja, com algumas lata empilhadas, tambem empoeiradas.
Apos algums minutos, um menino de uns 7anos, aparece atras do balcão. A olha de cima a baixo e ve uma mulher loira e elegante. Ela lhe diz um simpatico 'oi' e antes de mais nada o menino entra esguiamente pelo lugar que saiu e volta pouco tempo depois de mão dadas com o pai.
O pai, um caboclo com aparencia de 35anos, tambem a olha, como a quem analiza uma obra de arte.
O suor desce da testa dela nesses poucos segundos, ela seca e constata que nunca sentiu tanto calor. Ao lipar a gota de suor olha um ventilador de parede. Ele estava desligado.
O caboclo após analiza-la, analize na qual constatou: Loira, alta, labios carnudos, vaidosa, sim vaidosa, só isso explicaria o uso de maquilagem num dia daqueles. Inteligente e talvez de uma classe social um pouco melhor que a deles, devido ao modo como se portava, como se vestia e como encarava aquela simplicidade como se fosse pela primeira vez.
Ao tentar encontar o olhar dela, percebe que os olhos dela estavam parado no ventilador, talvez para fingir não saber que esta sendo examina atenciosamente. Então ele diz: O ventilador está quebrado. Uma pena, por isso ficamos la dentro. Desculpe a demora.
Ela cordial e simpatica, continua a conversa sobre tempo e novamente uma gota de suor lhe corre a testa, desce pelo lado direto da face e morre em seu dedo polegar.
Ele então lhe pergunta em que pode ser util.

Poucos segundos depois a mulher atravessa a rua, estava procurando algo em sua bolsa, estava com algumas moedas na mão esquerda.
Um carro vem em sua direção e ela assustada deixa cair a garrafa de agua que ela segurava em sua mão direita.